Humanidade Bissexual

Segunda-feira, 27, 07 at 5:50 pm Deixe um comentário

Não sei se vocês viram a notícia de que, no futuro, a humanidade será bissexual, segundo um cientista italiano (leiam mais clicando no “more” lá embaixo…). E aí? O que vocês acham disso? Será que o cientista tem razão?

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Por falar em assuntos sexuais, há um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que pode transformar a discriminação contra gays e travestis em crime. Têm pastores preocupados com essa lei, principalmente os que constumam “condenar” os gays em suas mensagens. Claro que há os líderes religiosos que, apesar de não concordarem com o homossexualismo (que é um direito de cada pessoa), respeitam quem fez essa opção.

E por falar em discriminação, o tema da redação do Enem foi diversidade, né? Quem deu uma olhada na reportagem que estava circulando em sala de aula – “Preconceito – uma praga que divide o Brasil” – pode ter tido alguma idéia… Há uma parte que fala sobre diversidade, as diferentes culturas, respeito em relação às diferenças, tolerânica. Sim ou não? E foi complicado escrever? Aguardo comentários!
Bjs!
(Jussara)

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Um cientista italiano está causando polêmica na Itália depois de ter apresentado uma teoria dizendo que a espécie humana está caminhando para a bissexualidade.

Durante uma conferência neste fim de semana na região da Toscana, Umberto Veronesi, que é médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para a bissexualidade “como resultado da evolução natural das espécies”.

“O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único”, afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista.

Na opinião do médico, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afeto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende, poderá ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não.

Em entrevista a jornais italianos, Veronesi reafirmou sua teoria, apontando o fator hormonal como indicador da evolução rumo à bissexualidade.

“Desde o pós-guerra a vitalidade dos espermatozóides diminuiu 50% porque as mudanças das condições de vida estão fazendo com que a hipófise (glândula responsável pela produção de hormônios) produza cada vez menos hormônios andrógenos (masculinos, como a testosterona)”, afirma o oncologista, pioneiro no tratamento de câncer de mama na Itália.

“O homem não precisa mais de uma intensa agressividade física para sobreviver”, diz ele.

Com as mulheres, que tem papel cada vez mais ativo na sociedade, acontece o mesmo.

Segundo o médico, as mulheres vem produzindo cada vez menos hormônio femininos ao longo dos anos.

“É o preço que se paga pela evolução natural da espécie, que é positivo porque nasce da busca pela igualdade entre os sexos”, afirmou o oncologista ao jornal italiano “Corriere della Sera”.

A menor produção de hormônios acabaria atrofiando os órgãos reprodutivos e criando uma espécie de “preguiça reprodutiva”, na avaliação de Umberto Veronesi. Para o médico o sexo deixou de ser a única forma para procriar desde que novas técnicas foram criadas, como fecundação artificial e a clonagem.

Na opinião do médico, num futuro não muito próximo, a sociedade poderia ser organizada como o mundo das abelhas. A maior parte de seus membros seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução.

“A diferença é que os homens são inteligentes e isto produz reações sentimentais, além de fisiológicas”, afirmou Veronesi.

A professora de sexologia da Universidade La Sapienza de Roma, Chiara Simonelli, concorda com as previsões de Umberto Veronesi.

Ela define este processo como resultado da evolução genética e da mudança de mentalidade, fenômenos que são interligados e se influenciam reciprocamente,

“Mas este fenômeno está no começo. Para que tenha uma certa consistência é preciso esperar duas ou três gerações”, afirmou Simonelli em entrevista ao jornal “Corriere della Sera”.

O antropólogo Fiorenzo Facchini, da Universidade de Bolonha, discorda da teoria da evolução natural para a bissexualidade.

“Do ponto de vista antropológico, a orientação sexual é definida a nível biológico pela espécie e isto não pode ser alterado”.

Para Facchini, a separação entre reprodução e sexualidade humana não é positiva.

“Separar a reprodução da sexualidade e do núcleo familiar não pode ser visto como uma vantagem para a espécie humana. A reprodução não é apenas encontro de gametas, implica relação entre duas pessoas”, declarou Facchini ao “Corriere della Sera”.

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O “destruidor” O projeto…

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